Vila Nova
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A criação das extensões de educação volta a gerar polémica. Pais dos alunos não aceitam a mudança para o pólo de Monsarros. 
Apesar de ter sido aprovada, a Carta Educativa tem vindo a ser insistentemente criticada pela maioria dos pais vilanovenses. Quando resta apenas a sua aprovação em Assembleia Municipal, os educadores mostram-se revoltados. “Nem acredito. É impressionante como aqueles que podem nada fazem para que se altere esta situação. O pólo havia de estar na sede de freguesia, em vez disso é deslocado para a aldeia vizinha”, explicou, indignado, um dos pais. |
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O parque Jorge Humberto foi elogiado por alguns avós e pais de crianças frequentadoras daquele espaço. Aberto ao público há três anos, tem registado um crescendo de afluência nos últimos dois meses.  Inaugurado a 26 de Setembro de 2004, “o parque tem vindo a ganhar adeptos. De há dois meses para cá multiplicaram-se as mães e avós que vêm aqui com os mais pequenos. A princípio viam-se poucas crianças, com o tempo as famílias começaram a aperceber-se que tinham neste local um bom espaço de brincadeira para os seus filhos. Enquanto isso, os mais velhos podem beneficiar de um merecido descanso, convivendo com os seus congéneres”, afirmou uma das mães, frequentadora assídua desde os primeiros dias. |
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Residentes em Vila Nova reivindicam que seja seguido o exemplo de Ancas e se prossiga à identificação numérica das casas na freguesia.
A notícia vem no seguimento da iniciativa de numerar as habitações da freguesia de Ancas, levada a cabo pela Junta de Freguesia local, conforme noticiou o RB na passada semana. Este facto levou a que alguns moradores de Vila Nova questionassem o porquê de tal facto ainda não se ter verificado na freguesia. Esta questão foi-nos colocada por vários habitantes de Vila Nova. Afirmam não saber “porque ainda não há números nas nossas casas. Já por diversas ocasiões fiquei privado da minha correspondência porque o carteiro não conseguiu identificar a morada certa. Não o culpo, pelo contrário, faz um bom trabalho. Mas, a fim de evitar estas situações, peço que resolvam o quanto antes a situação”, solicitou um dos queixosos. “A freguesia de Ancas tem menos habitantes do que a de Vila Nova. Por isso, não percebo porque ainda não houve quem tivesse essa iniciativa aqui. É claro que tudo tem os seus custos, mas não é nada que não se resolva com algum esforço. Já não seria a primeira vez que do pouco fazíamos muito”, reforçou. Questionado sobre as soluções face a uma possível falta de verbas para a fixação numérica das habitações, a resposta foi imediata. “Há sempre a possibilidade de cada família pagar os custos inerentes à aplicação dos algarismos, que não deve ser tão dispendiosa quanto isso. Desta forma evitávamos que fosse devolvida correspondência por não estar claramente identificado o destinatário”. Embora não seja um problema único da freguesia, “há muito que pedimos que se proceda à colocação de números nas casas. Evitaria algumas das confusões de moradas insuficientes. As ruas têm placas identificativas, mas por vezes os próprios moradores não fornecem o endereço correcto”, concluiu.
Texto e foto: Mário Matos MMPLDA,/07 |
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Sete anos depois de lançada a primeira pedra, o Centro de Apoio Social de Vila Nova, a obra que faltava à freguesia, abre as portas à comunidade dentro de um mês. Apesar de não estar totalmente concluído, o equipamento, de “inegável valor no campo dos cuidados sociais”, começa a funcionar com três valências. Conheça o percurso de construção desde o primeiro momento. Ano de 2000, 11 de Novembro. A primeira pedra Centro de Apoio Social (CAS) de Vila Nova de Monsarros é lançada. Quase sete anos e outras tantas dificuldades depois, a direcção do Centro, liderada pelo presidente Agostinho Maia, anunciou que a “obra de vital importância, indispensável à freguesia” vai entrar em funcionamento já no próximo mês, em data a definir. Há muito tempo que se equacionava a hipótese da criação de um ponto de apoio na área dos cuidados sociais. Um espaço que proporcionasse uma melhor qualidade de vida aos idosos carenciados ou que vivem sós, permitindo um acompanhamento familiar permanente, contínuo e personalizado. O Centro vem constituir-se como um local comum propício à partilha, num ambiente confortável e familiar, de experiências entre idosos e crianças. |
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O Lugar do Campo de Tiro de Vila Nova de Monsarros, a alguns metros da Quinta do Carregal, continua a acumular lixo a cada dia que passa. Apesar de já ter sido limpo por diversas vezes nos últimos quatro anos, os responsáveis pelo depósito destes detritos mantêm “esta atitude reprovável”, afirmou um residente. Em causa está a deterioração das culturas e ambiente circundantes. No local estão partes de viaturas, garrafas de resíduos tóxicos, vidros partidos e outros objectos que não podem ser depositados nos contentores normais de recolha de lixo. Estes detritos não estão, no entanto, à vista de todos, encontram-se escondidos por debaixo de várias camadas de pilhas de cacos, “quase de certeza deixados pelas mesmas pessoas que deixaram o resto do lixo”. |
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